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Sintaxe

Dequeismo ou quando o “de que” é “que”

De que e dequeismo: por ação ou omissão, é possível ouvir ou ler, mesmo entre os espanhóis, expressões formadas com a utilização indevida da soma da preposição “de” e a palavra “que”: “de que”.

Você nunca debe dizer “es seguro de que…” (é certo de que…) “pienso de que…” (eu acho de que…).

Ex: Es seguro “de que” se va del Parlamento sin decir nada nuevo (É certo de que ele se vai do Parlamento sem dizer nada de novo).

Esta declaração é correta? Eu penso “de que” não é.

¡UF… o quão difícil é pensar “de que” e como é fácil pensar “que”!

(Ou seja, você nunca deve dizer “es seguro de que” -é certo de que-)

Claro que, outras vezes, nós “nos acordamos que” (lembramos que) quando deveríamos “acordarnos de que” (lembrarnos de que).

O dequeísmo é o uso indevido da preposição “de” antes da conjunção “que”.

Por exemplo:

Errado = Pienso de que va a nevar (Acho de que vai nevar).

Direito= Pienso que va a nevar (Acho que vai nevar).

Nem você “piensa de que” (acha de que), nem “cree de que” (acredita de que), nem “dices de que” (diz de que).

É um erro cada vez mais comum, que é fácil de evitar.

Para praticar o seu bom uso a Real Academia de Língua Espanhola propõe as seguintes recomendações: http://lema.rae.es/dpd/srv/search?id=vTr05If13D6tGOqCWV

A. Carlos/PracticaEspañol

(Texto traducido por Naiara Salinas, quien está graduada en Filología Hispánica por la Universidad de Navarra y tiene estudios de español como lengua extranjera).

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