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Ciencia

O estudo que decifra como os patógenos se adaptam às mudanças de oxigênio

Barcelona /  Cientistas do Instituto de Bioengenharia da Catalunha (IBEC) desenvolveram um sistema capaz de decifrar como os patógenos, bactérias e vírus se adaptam às mudanças no oxigênio.

O sistema, chamado AnaeroTrans, permitiu descobrir, por exemplo, que as bactérias E.coli e Pseudomonas aeruginosa podem se adaptar às mudanças ambientais por meio de diferentes mecanismos, o que abre a porta para melhor entender e tratar infecções.

A nova técnica também melhorará os “antibiogramas”, testes microbiológicos que medem a sensibilidade de uma bactéria a diferentes antimicrobianos realizados em pacientes com suspeita de algum tipo de infecção para determinar quais antibióticos prescrever e quais geralmente são transportados realizada em ambiente aeróbico, ou seja, na presença de oxigênio.

No entanto, em muitos locais onde as infecções ocorrem no corpo humano, a presença de oxigênio é escassa ou nula e, além disso, pode variar.

Adaptação às mudanças de oxigênio

Um exemplo é o de alimentos contaminados, porque durante a ingestão as bactérias estão em contato com o ar, embora, quando viajam pelo intestino, encontrem cada vez menos oxigênio.

“Os agentes infecciosos são capazes de se adaptar a essas mudanças no oxigênio, mas, ao mesmo tempo, torna difícil saber como eles infectam as pessoas”, indicaram os pesquisadores do IBEC.

Para superar essa dificuldade, um grupo de pesquisadores do IBEC, liderado por Eduard Torrents, também professor da Universidade de Barcelona (UB), desenvolveu uma solução baseada em bioengenharia, graças à qual eles podem controlar e monitorar as concentrações de oxigênio em que patógenos estão expostos.

Nova técnica de estudo

A nova técnica AnaeroTrans foi usada por enquanto para estudar duas bactérias muito comuns: E. coli e P. aeruginosa, de acordo com o estudo, publicado por pesquisadores no FASEB Journal da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB, por suas siglas em inglês).

Graças a essa técnica, os especialistas simularam como essas duas espécies se adaptam a ambientes com pouco oxigênio, onde essas bactérias são normalmente encontradas.

No caso do E.coli, por exemplo, ele é encontrado na parte mais baixa do intestino humano e pode causar infecções intra e extra-intestinais, portanto, poder estudá-lo em condições mais realistas é de grande ajuda para os especialistas.

Usando esta nova solução, os pesquisadores também conseguiram descrever, sob diferentes condições de oxigênio, o chamado “perfil RNR“, algumas enzimas propostas como alvos para tratamentos antimicrobianos e descobriram que essas enzimas se adaptam de maneiras diferentes quando expostas a diferentes concentrações de oxigênio .

A nova técnica também permitirá que os pesquisadores criem ambientes de laboratório que reproduzam aqueles que ocorrem em situações reais, como fibrose cística, com o objetivo de descobrir novas soluções sanitárias. (25 de março de 2020, EFE / PracticaEspañol)

(Tradução automática)

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