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Economia

Países da OPEP+ chegam a acordo para cortes na produção de petróleo

Viena/Nursultan /  Os integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) chegaram neste domingo a um acordo para cortar a produção de petróleo em 9,7 milhões de barris por dia para estabilizar o mercado.

“Ao término da reunião ministerial telemática dos membros da Opep+ e dos que não formam parte da Opep+ foi firmado um acordo para cortar a produção de petróleo em 9,7 milhões de barris por dia durante dois meses, a partir de 1º de maio”, informou em comunicado o Ministério da Energia do Cazaquistão.

Pelo Twitter, o Ministério do Petróleo do Irã detalhou que os membros da Opep+ aceitaram a proposta do México de reduzir sua produção em 100 mil de barris por dia durante maio e junho.

A secretária mexicana de Energia, Rocío Nahle, disse na mesma rede social que o acordo firmado pelos 23 países participantes na reunião a distância, a segunda após a de quinta-feira passada, foi “unânime” e “dará início a uma redução na plataforma petroleira de 9,7 milhões de barris por dia a partir de maio.

De acordo com o Ministério de Energia do Azerbaijão, nesta décima reunião dos membros e não membros da Opep “foi decidido que os Estados Unidos reduzirão sua produção em mais 300 mil barris por dia para compensar” o que o México deseja cortar.

Inicialmente, o México deveria reduzir em 400 mil barris por dia sua produção, mas se negou a fazer um corte desta dimensão.

Na quinta-feira, a Opep+ e outros produtores chegaram a um acordo básico para reduzir sua oferta em 23% diante da queda da demanda e dos preços causada em meio à pandemia de Covid-19.

No entanto, as partes não conseguiram selar um acordo porque o México abandonou a reunião por desacordo com os níveis de corte.

O ministro do Petróleo do Kuwait, Khaled al Fadhel, afirmou neste domingo, pelo Twitter, que graças às “sábias instruções, os esforços contínuos e as conversas continadas”, foi possível chegar a um “acordo histórico” para o corte da produção de petróleo. (12 de abril de 2020, EFE / PracticaEspañol)

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