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Mundo

Venezuela inicia falta de confiança no dia com mais casos e mortes por COVID-19

Caracas / A Venezuela registrou na segunda-feira três mortes e 152 novas infecções pelo COVID-19, o pior saldo diário desde que os primeiros casos foram conhecidos e em meio à flexibilização da quarentena que o governo de Nicolás Maduro iniciou neste mesmo dia.

“Hoje temos que anunciar três mortos”, disse o presidente venezuelano Nicolás Maduro, em uma aparição na televisão pública VTV.

Entre os mortos, um menino de 3 anos de idade que apresentou “uma série de complicações de saúde”, informou Maduro.

Os outros dois eram adultos: uma mulher de 62 anos, residente no município de Maracaibo, no estado de Zulia – oeste, na fronteira com a Colômbia -, onde a falta de confinamento não se aplica diante de um surto que começou em um mercado popular e um homem de 51 anos do estado de Miranda.

“Não vamos subestimar o coronavírus”, acrescentou o presidente venezuelano, exortando seus colaboradores a continuar “na batalha contra o vírus SARS-CoV-2”, que causa o COVID-19.

Dados da Venezuela

Com esses números, as mortes na Venezuela por essa doença somam 17, enquanto o total de contágios é de 1.662.

Maduro também apontou que das 152 infecções relatadas nesta segunda-feira, apenas 6 foram transmitidas pela comunidade, e as 146 restantes são “casos estrangeiros”, que, segundo ele, devem ser observadas no cálculo dos países de onde essas pessoas viajaram.

“Nossa ameaça é Colômbia, Brasil, Equador, Peru“, afirmou Maduro. “Hoje temos apenas 6 casos de transmissão comunitária e 146 da Colômbia e do Brasil, 146 casos estrangeiros que foram detectados na fronteira”, acrescentou.

“(Nestes casos) nós os temos lá, na linha, na fronteira, quase os detectamos na cidade colombiana de Cúcuta”, continuou ele, apesar de a localidade mencionada não estar dentro de sua competência, mas sim do país vizinho. .

Nesse sentido, o presidente venezuelano insistiu em sua tese de que esses casos deveriam ser adicionados às estatísticas dos países de origem, Colômbia e Brasil.

“Digo isso para que a consciência de nosso povo fique clara, estamos lutando (COVID-19)”, afirmou. (2 de junho de 2020, EFE / PracticaEspañol)

(Tradução automática)

As notícias em vídeo relacionadas (17 de abril de 2020):


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